terça-feira, 1 de março de 2022

Serrita está ficando sem árvores! MAIS UM PREFEITO DE SERRITA QUE NÃO RESPEITA NEM PRESERVA AS ÁRVORES DA CIDADE

Somente ontem, terça-feira 23, soube da derrubada de mais 2 algarobas que ficavam em frente a igreja matriz para dar lugar a construção de uma praça. Sr. prefeito Aleudo Benedito, votei em você mas, não concordo com essa atitude absurda de construir uma praça, derrubando árvores, destruindo o que já estava no local há muitos anos. O povo nem sequer foi consultado a respeito. O arquiteto que fez o projeto deveria ter preservado as árvores, respeitando nossa história e nossos costumes. Soube que será erguida uma fonte luminosa ou, um coreto, não se sabe ao certo pois o povo não tem acesso as decisões.
 
Comenta-se também que a derrubada foi antecipada para dar lugar a decoração natalina. Sacrificar 2 árvores que serviam de abrigo aos pássaros e proporcionava sombra ao povo, principalmente dia de feira para satisfazer a vaidade e deixar a marca do governo como ferro. Nada justifica!

Em setembro de 2020 o ex-prefeito Erivaldo Oliveira cometeu esse mesmo desatino quando autorizou a derrubada da alagaroba da Av. Barbosa Lima para construir uma lanchonete em troca de votos,( o que dizem) pois era ano de eleição. A derrubada da árvore gerou revolta nos moradores da avenida que não aceitaram tal decisão. Na ocasião, eu mesma fui as redes sociais defender e apoiar os moradores, como também chamar atenção dos vereadores da oposição que, prontamente se aproveitaram do momento e, aderiram a causa. Esses mesmos vereadores que agora fazem parte da situação, ficaram omissos diante da derrubada das 2 algarobas em frente a matriz. Pergunto, onde estão os vereadores que fazem parte da atual oposição? Ninguém se manifestou? Será que realmente fazem alguma coisa pelo povo ou só quando lhes convém? 

Há 14 anos atrás o ex-prefeito Maviael Sampaio, para atender um pedido dos jovens de Serrita, destruiu a praça em frente a prefeitura, derrubou as frondosas algarobas e construiu um calçadão para servir de pista de dança para a juventude. Hoje, esse mesmo calçadão serve para eventos do município e o que rolar. Isso justifica? 
 
Aproveitando o momento, quero também registrar a destruição do prédio da prefeitura que, ao invés de ter sido restaurado quando aconteceu o desabamento, foi destruído dando lugar a um prédio que leva o nome de palácio. Construção que não tem nada haver com a paisagem de Serrita. Isso ocorreu em dezembro de 2012 no governo de Carlos Cecílio. 
 
Fica aqui o meu repúdio aos prefeitos citados pelos atos cometidos contra o povo de Serrita. Acredito que a passividade social em Serrita vai continuar por muito tempo, pois o povo não reage as decisões dos governantes e, cada vez mais Serrita perde sua identidade e sua história. 
 
Vou fazer uma breve comparação com o que aconteceu na prova do ENEM, onde uma questão que testou os alunos com a interpretação da música Admirável Gado Novo, de Zé Ramalho.  onde a  prova perguntava qual comportamento coletivo o compositor queria dizer com os versos da massa que seguia adiante como gado. Dentre as opções a resposta certa seria a letra b ) PASSIVIDADE SOCIAL. Veja as opções:

a) Militância política 
b) Passividade social 
c) Altruísmo religioso 
d) Auto controle moral
e) Inconformismo eleitoral
 
"VOCÊS QUE FAZEM PARTE DESSA MASSA QUE PASSA NOS PROJETOS DO FUTURO É DURO TANTO TER QUE CAMINHAR E DAR MUITO MAIS QUE RECEBER Ê,Ô,Ô, VIDA DE GADO POVO MARCADO Ê, POVO FELIZ!" 

Hoje conversei com alguns serritenses sobre o que eles achavam da derrubada das algarobas, alguns se pronunciaram afirmando que não sabiam para que foram retiradas, outros diziam que não aprovavam mas, não podiam fazer nada porque quem mandava era o prefeito. Outros acharam válido, pois daria lugar a mais uma praça na cidade, outros ficaram indignados como eu mas, infelizmente preferiram engolir seco e não opinar. A passividade social é exatamente isso, o povo não reage contra os políticos mesmo em situações prá lá de adversas. Não reage mesmo que afetem seu bem estar, que interferem na sua vida particular, demora pra reagir ou até mesmo não re(age). Até na hora do voto, volta a reeleger os que pouco ou nada fizeram. 

Reflexão!

Abraço, 
Fátima Canejo

Após 24 anos, Serrita elege um novo prefeito

Serrita elegeu um novo prefeito nessa última eleição de 2020, após 24 anos sob o comando do ex-prefeito Carlos Cecílio. A eleição foi apertada mas, a oposição venceu com 157 votos de diferença. O ex-prefeito Carlos Cecílio foi derrotado e não elegeu seu filho Rodrigo Cecílio. Essa foi a sua maior derrota! Após 1 ano sob o comando do prefeito eleito Aleudo Benedito PMDB, alguns serritenses estão decepcionados com a nova administração que está deixando muito a desejar. A tão esperada mudança não aconteceu e o prefeito tem recebido críticas onde muitos compararam sua administrção a do governo de Carlos Cecílio. Vamos aguardar o decorrer dos acontecimentos para entender se vai haver a mudança tão proclamada pelos serritenses que apostaram em Aleudo Benedito. Pagar pra ver!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

CORONEL, CORONÉIS

Em 1963 os autores do livro CORONEL, CORONÉIS, Marcus Vinícius Vilaça e Roberto Cavalcante , fizeram um trabalho de campo onde retrataram 4 coronéis do sertão e do agreste pernambucano, entre eles, o Coronel Chico Romão de Serrita. Vilaça e Roberto ficaram hospedados no Chalé durante alguns dias até concluir as entrevistas com o Coronel Chico Romão. 

Em 2006, 40 anos após a primeira publicação do livro Coronel, Coronéis, a Academia Brasileira de Letras - Rio de Janeiro promoveu uma exposição sobre o referido livro e lançamentos em outros países. Segue abaixo, detalhes da exposição com fotos e textos sobre os famosos Coronéis nordestinos. Seus hábitos, costumes e domínio político.
MARCOS VINIVIOS VILAÇA Marcos Vinicios Rodrigues Vilaça, natural do município de Nazaré da Mata, Pernambuco, aos 30 dias do mês de Junho do ano de 1939 é um Advogado, Jornalista, Professor, Ensaísta e Poeta Brasileiro. Membro da Academia Brasileira de Letras, da Academia Pernambucana de Letras, da Academia das Ciências de Lisboa e da Academia Brasiliense de Letras e Ex-Ministro e Presidente do Tribunal de Contas da União.
CHALÉ VILA MARIA - Residência do Coronel Chico Romão
A complexidade do Brasil não lhe nega a unidade em que língua e religião reforçam o tecido do país. Assim, a palavra Nordeste vinca seu perfil numa identidade forte e, por vezes, fagueira, a nos mostrar um Brasil plantado no solo, onde é marcante a presença de um humanismo próprio, como a dizer que os avanços da tecnologia não nasceram para desmentir o que há de humano no homem. 

A poeira das caatingas do solo nordestino nos fala ao imaginário e à consciência de que a realidade jamais se cristaliza, mas desliza nas conversas ao pé do ouvido. É certo que o folclore nos dá conta das tradições que por lá campeiam, mas tudo feito de leveza e de comunicação. O ruído das vozes cantantes, as cantigas improvisadas, as danças regionais, as manifestações religiosas estão a revelar uma inegável especificidade. Pois é de Nordeste que falamos quando o olhar se volve para o coronelismo particular da região. Aí Marcos Vinicios Vilaça e Roberto Cavalcanti de Albuquerque se esmeraram em CORONEL, CORONÉIS: apogeu e declínio do coronelismo no Nordeste, uma obra de 1965 que já nasceu clássica pela sua permanente vigência, por uma atualidade advinda do cuidado em perscrutar a alma humana e o fenômeno do coronelismo, definindo o coronel como ''instrumento dialético de seu próprio ocaso''. 

Cabe referir alguns personagens pinçados na obra dos dois ilustres pernambucanos, como CHICO ROMÃO, longe do retrato de um vaqueiro, antes um político de urbs (cidade), e Chico Heráclio, síntese dos mundos rural e citadino, é havido como homem de palavra solta ao vento, segundo Veremundo Soares, este mais lido e viajado. Católico, distancia-se da confissão e se apega à sua padroeira, Nossa Senhora da Conceição. José Abílio é um ser cordial, sem armas para se impor, numa adaptação aos novos tempos. Mas o que instiga no livro é seu estilo literário, em que a narrativa é delineada sem artificialismos. É a vida que emerge com sua força natural, tendo como epicentro a figura do coronel que, antes, tudo dominava com sua autoridade indiscutível, mas que, aos poucos, vai cedendo ao imperativo da mudança social, política e econômica. 

Assim se esvai a centralização política dos coronéis que prevê nova era de feição democrática a ser construída sobre as ruínas de um tempo cediço, mas que teve seu APOGEU E DIAS DE GLÓRIA NOS FATOS DA HISTÓRIA DO NORDESTE. Ao narrá-la, os autores souberam manter o ritmo da história, respeitando-lhe a temporalidade e deixando espaço para a emergência de um novo mundo empurrado pelo progresso. 

A obra acerta contas com a história e aponta para um futuro que oferece uma falsa solidez em sua construção coronelesca deste Nordeste de Vilaça e de Roberto. Até 1945, ainda vigorava a presença incontestável do coronel. Aos poucos, a burocracia do Estado, com seus tentáculos, redireciona a sociedade e novos líderes apontam no horizonte. De meros subalternos da chefia personalista passam a disputar o poder. O caminhão que percorre estradas que unem o hinterland aos centros urbanos de maior expressão, as assembleias legislativas, os juizados, a mídia, as empresas, tudo contribui para reduzir sem piedade o mando primitivo. 

Alguns caciques buscam adaptar-se à nova realidade. Outros preferem ocultar-se nas gerações de seus descendentes, mais afeitos a mudanças. O poder, que explica e justifica o comando dos coronéis, atrai também outros caciques em potencial e assim há que se adaptar ou deixar um vácuo político logo preenchido. 

Barbosa Lima Sobrinho cuida que há uma certa forma paralela de messianismo na obra celebrada. Antônio Olinto compara o livro da dupla pernambucana a Os sertões e a Casa grande & senzala. Gilberto Freyre afirma que a contribuição de Vilaça e Roberto é, ''sob certos aspectos, brilhante''. O leitor é representando pelos autores abrindo espaço para julgar e denunciar. Vilaça e seu colega desenham a decadência do coronelismo, avançam para a modernidade e timbram em nos ofertar os novos caminhos do Nordeste que eles mesmos souberam trilhar com talento e arte. 
Jornal do Brasil (Rio de Janeiro) 28/12/2005

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

APESAR DE VITÓRIA, DIFERENÇA ENTRE PT E PSDB É A MENOR DA HISTÓRIA

A presidente Dilma Rousseff (PT) foi reeleita neste domingo (26) com 51,4% dos votos. O candidato tucano, Aécio Neves, ficou com 48,52%, na disputa mais acirrada para a presidência no país.

A polarização entre PT e PSDB nas eleições presidenciais é uma constante há 20 anos. Derrotado, nas duas primeiras disputas (em 1994 e em 1998), o Partido dos Trabalhadores reverteu o quadro e manteve no poder por 12 anos. 

Em 2002, a disputa no segundo turno foi entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e José Serra (PSDB), que resultou na primeira vitória do petista, com 61,27% dos votos (que representa quase 53 milhões de eleitores, dando a Lula o posto de segundo presidente mais votado do mundo) , contra 38,72% do tucano. Quatro anos depois, em 2006, o ex-presidente tentou a reeleição, desta vez contra Geraldo Alckmin, e venceu mais uma vez, com uma diferença um pouco menor: 60,82% contra 39,17% dos votos.

Nas eleições de 2010, Serra voltou ao páreo, mas desta vez disputou contra Dilma Rousseff. Ela entrou para a história como a primeira mulher a presidir o Brasil, mas a vitória foi um pouco mais apertada que as de Lula: 55,75% contra 43,71%.

Histórico
Por incrível que pareça, PT e PSDB já foram aliados. A resistência à ditadura, as Diretas Já, a Assembleia Nacional Constituinte e o impeachment de Collor foram pontos de concordância entre os dois partidos no passado. A disputa começou a partir do lançamento do plano Real, em 1994. O presidente eleito foi Fernando Henrique Cardoso, ainda no primeiro turno, com 55,22%. Lula disputava pela segunda vez a presidência, e teve 39,97%.

Em 1998, houve mais um embate FHC versus Lula. O tucano se reelegeu com 53,06% (também no primeiro turno). O petista ficou com 31,71%. Essa foi a última vitória do PSDB na presidência do Brasil.
Fonte: Diário de Pernambuco

DILMA DIZ NÃO ACREDITAR EM BRASIL DIVIDIDO, PROMETE DIÁLOGO E REFORMA POLÍTICA

A presidente Dilma Rousseff minimizou as diferenças de votos nas diferentes regiões do Brasil e conclamou a união do país em favor do futuro da nação. Vestida de branco e ao lado do ex-presidente Lula - com a mesma cor de roupa -, ela prometeu diálogo e uma reforma política. "Não acredito que essas eleições tenham dividido o país ao meio. Entendo que elas mobilizaram ideias e emoções às vezes contraditórias, mas movidas por um sentimento comum: a busca de um futuro melhor para o país", afirmou, para uma plateia calorosa e barulhenta em um hotel em Brasília (DF). Ela foi reeleita com 51,6% dos votos válidos.


Em resposta ao sentimento de mudança, amplamente discutido nos debates, nas ruas e nas redes sociais, Dilma disse estar preparada. "Sei que estou sendo reconduzida à Presidência para fazer as grandes mudanças que a sociedade brasileira exige. Naquilo em que meu esforço, meu papel e meu poder alcançam, podem ter certeza de que estou pronta para responder a essa convocação", afirmou. "Nas democracias maduras, união não significa necessariamente unidade de ideias nem ação monolítica conjunta. Pressupõe, em primeiro lugar, abertura e disposição para o diálogo. Esta presidenta aqui está disposta ao diálogo. Este é o meu compromisso do segundo mandato: o diálogo", assegurou.

A reforma política foi enumerada por ela como a mais importante. A petista se comprometeu a promover uma consulta popular e acredita no interesse do Congresso Nacional e da sociedade. "Quando cito a reforma política, não significa que eu não saiba a importância das demais reformas, que temos também a obrigação de promover", ressalvou.

O discurso foi iniciado com agradecimentos aos eleitores e uma saudação a Lula, chamado por ela de presidente, seguidos de cumprimentos a todos os partidos da coligação eleita.


Fonte: Diário de Pernambuco

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

CONTRÁRIO A ADESÃO A AECIO,EXMINISTRO DE LULA PERDE COMANDO DO PSB


O PSB oficializou na tarde desta segunda-feira (13) a troca de seu comando, confirmando a saída do ex-ministro da Ciência e Tecnologia do governo Lula Roberto Amaral da presidência da sigla.
Contrário ao apoio ao tucano Aécio Neves no 2º turno das eleições –decisão tomada pela Executiva da sigla na última quinta-feira (16) por 21 votos a 7–, Amaral será substituído pelo então primeiro-secretário do PSB, Carlos Siqueira.

A troca de comando foi tomada por aclamação em reunião realizada no Hotel Nacional, na região central de Brasília. Amaral não compareceu. A ex-prefeita Luiza Erundina, outra das insatisfeitas com a decisão do PSB, também se ausentou.

O PSB entrou na disputa eleitoral deste ano com a candidatura de Eduardo Campos. Após a morte do ex-governador de Pernambuco em um acidente aéreo em 13 de agosto, a sua então vice, Marina Silva, assumiu a cabeça de chapa, mas chegou em terceiro lugar.

Tanto ela quanto o PSB aderiram então a Aécio, mas houve críticas de integrantes da legenda, que até 2013 era uma das principais aliadas do PT.

Amaral pretendia permanecer no comando da legenda, mas perdeu poder após ser derrotado na definição sobre qual rumo a sigla deveria tomar no segundo turno. Próximo ao PT, ele defendia a neutralidade.
Após constatar que não seria reeleito para o cargo, divulgou um duro texto em que acusa seus correligionários de terem traído os ideais do PSB, além de afirmar que a legenda está migrando para Aécio de olho na participação em eventual governo.

Entre os que lideraram o apoio a Aécio estão o vice-governador eleito de São Paulo, Márcio França, o então vice de Marina, Beto Albuquerque (RS), e a seção pernambucana da sigla. Assumirá a primeira-vice presidência o governador eleito de Pernambuco, Paulo Câmara, cuja candidatura no Estado foi escolha pessoal de Campos.

Carlos Siqueira
Carlos Siqueira era bem próximo de Eduardo Campos, mas se recusou a continuar na coordenação da campanha presidencial após a morte do amigo. Ele se desentendeu com Marina na ocasião, mas, segundo aliados, se reconciliou com ela na semana passada.

A permanência de Marina no PSB segue indefinida. Muito possivelmente ela deverá deixar a sigla quando conseguir montar o seu próprio partido, a Rede Sustentabilidade.

Fonte: Folha de São Paulo

sábado, 11 de outubro de 2014

PSB EXCLUI DA DIREÇÃO QUEM FOI CONTRA APOIAR PSDB


Após declarar apoio a Aécio Neves (PSDB) na sucessão presidencial, a ala do PSB favorável ao apoio ao tucano Aécio Neves montou ontem (10) uma chapa para concorrer à nova direção da sigla sem os nomes mais próximos ao PT e que defendiam a neutralidade ou o apoio à presidente Dilma Rousseff neste 2º turno.

Com isso, o presidente interino do PSB, Roberto Amaral, e a deputada Luiza Erundina (SP), ficaram de fora da chapa oficial para a direção do partido no triênio de 2014 a 2017. A reunião que elegerá o novo diretório está marcada para segunda-feira (13).

A chapa é encabeçada por Carlos Siqueira, até então primeiro secretário do PSB. A articulação foi feita em conjunto com o grupo de Pernambuco, estado de Eduardo Campos, que presidia a sigla até morrer em um acidente aéreo em agosto.

Fortalecido após o resultado das urnas, o governador eleito de Pernambuco, Paulo Câmara, ficou com a vice-presidência. Outros dois pernambucanos integram a chapa: o ex-ministro de Integração e senador eleito, Fernando Bezerra, e o prefeito de Recife, Geraldo Júlio.

Amaral era candidato à presidência, mas a articulação comandada por Siqueira e os pernambucanos o isolou. Em reação, ele acusou os correligionários do Nordeste de praticar a política do "coronelismo, enxada e voto", tese do ex-ministro Victor Nunes Leal para tratar das relações entre donos de engenho e empregados.

A articulação, além de aproximar o partido do PSDB, afasta-o ainda mais de Marina Silva, candidata à Presidência pela sigla, que foi derrotada nas urnas. Siqueira, que deve assumir o comando da sigla, se desentendeu com ela no dia em que o PSB a escolheu para ocupar o lugar de Campos na chapa presidencial.

Fonte: Diário de Pernamuco