sexta-feira, 25 de abril de 2025

PADRE ANTONIO MARIA CELEBRARÁ A 55ª MISSA DO VAQUEIRO EM SERRITA DIA 27 DE JULHO

 É com imenso prazer que informo a todos que o Bispo da Diocese de Salgueiro, autorizou a celebração da Missa do Vaqueiro, dia 27 de julho, e PADRE ANTONIO MARIA PRESIDIRÁ A SANTA MISSA.



A PEGA DE BOI NO MATO, REALIZADA PELO CANTOR JOÃO GOMES EM HOMENAGEM AO SEU TIO E EM MEMÓRIA DO SEU AVÔ, VIRA PALANQUE POLÍTICO NA TENTATIVA DE PROMOVER O PREFEITO. Leia a matéria e entenda.

 No último final de semana, dia 20 aconteceu em Serrita a tradicional "pega de boi no mato", realizada em homenagem ao tio e em memória do avô do cantor João Gomes, acabou tomando rumos inesperados. O evento, que deveria celebrar a memória familiar do artista, foi usado pela equipe do prefeito Aleudo Benedito como palanque político. Durante todo o tempo, o locutor deu destaque ao gestor, agradecendo pelas máquinas usadas na limpeza do terreno, citando vereadores da base e exaltando a presença da equipe da prefeitura e do secretário de cultura — numa clara tentativa de associar a imagem do prefeito ao sucesso do cantor.

O público, que compareceu em peso esperando ver o cantor de perto, acabou frustrado ao saber que ele não estaria presente, pois cumpria compromissos no Rio de Janeiro. Ainda assim, o show aconteceu e seguiu com animação madrugada adentro. No entanto, o forte calor causou mal-estar em algumas pessoas, que foram atendidas por ambulâncias no local. Vale lembrar que, diferente do que ocorreu no Carnaval de Salgueiro, o prefeito não disponibilizou uma unidade móvel de saúde, mesmo com a expectativa de grande público.
A festa também foi marcada por um episódio grave: uma briga que terminou com um homem ferido por arma branca, que precisou ser levado ao hospital.
Logo após o evento, João Gomes publicou um vídeo em suas redes sociais agradecendo com carinho ao público que esteve presente, mas em nenhum momento citou o prefeito ou qualquer figura política. Sua postura deixou claro que seu foco é a música e o carinho dos fãs, evitando qualquer associação com interesses políticos. Uma escolha sensata e respeitável, que demonstra sua intenção de preservar sua imagem e seguir sua carreira de sucesso com independência. Parabéns João Gomes, continue assim... sou sua fã.

Até a próxima,
Fátima Canejo



CANDIDATA A VEREADORA ACIONA A JUSTIÇA ELEITORL CONTRA A PRÓPRIA COLIGAÇÃO DA BASE DO PREFEITO ALEUDO BENEDITO.

 A candidata a vereadora Fabíola Sampaio do MDB, que disputou uma vaga para a Câmara Municipal de Serrita nas eleições de 2024, aciona a Justiça Eleitoral contra a própria coligação da base do prefeito, denunciando a falha grave e o descumprimento da cota mínima de 30% de candidaturas femininas, exigida por lei. Os candidatos: MARIA GERCIANE CARDOSO LEMOS, TEDY FAUSTINO, JUNIOR DE TADEU, EDUARDO FARIAS e demais candidatos da coligação do PT

A Justiça acatou os argumentos da candidata a vereadora e determinou em sentença - 16/04/2025 que: Houve ocorrência de fraude à cota de gêneros nas candidaturas proporcionais do PT Partido dos Trabalhadores; Inelegibilidade dos candidatos acima mencionados no prazo de 8 anos; Cassação de registros/diplomas/mandatos de todos os candidatos do PT, eleitos ou suplentes; Determina a imediata suspensão do exercício do mandato do vereador eleito TEDY FAUSTINO (PT) sob pena de incidência de multa de R$ 10 mil por dia em descumprimento, limitada inicialmente à quantia de CR$ 100.000,00.

A sentença ainda cabe recurso, mas já acende um alerta sobre o cumprimento das regras eleitorais — especialmente em coligações formadas às pressas para somar forças, mas que deixam de lado a representatividade feminina.

O caso chama atenção pelo inusitado: tanto a candidata FABIOLA SAMPAIO do MDB quanto o vereador do PT, TEDY FAUSTINO (que perderá a vaga) pertencem à base do prefeito, o que torna a disputa ainda mais delicada politicamente. Agora, os olhos se voltam para o prefeito ALEUDO BENEDITO: qual será sua postura diante da decisão judicial? Irá acomodar o vereador TEDY FAUSTINO que perdeu a vaga em alguma secretaria municipal? (SERÁ QUE ALEUDO VAI FAZER ISSO?) ou vai causar fissuras internas na base?

A troca de cadeiras, embora interna à base aliada, traz novos elementos para o cenário político local. Apesar de não alterar o equilíbrio de forças na Câmara, a entrada da nova parlamentar abre espaço para novas vozes e agendas, além de simbolizar uma conquista para a inclusão das mulheres na política local.

Vamos guardar que a vereadora Fabiola tome posse oficialmente e ocupe sua cadeira na Casa Legislativa. Amanhã, dia 23, quarta-feira, haverá sessão na Câmara Municipal. O que será que vai acontecer?

Enquanto isso, o caso serve como alerta: respeitar a cota de gênero não é apenas uma formalidade — é um dever legal e democrático.


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Cicera Pereira, Luciene Martins e outras 58 pessoas

domingo, 20 de abril de 2025

Pacientes do TFD Reclamam de Abandono e Más Condições na Casa de Apoio do Município de Serrita

 Pacientes que fazem Tratamento Fora do Domicílio (TFD) e estão hospedados na Casa de Apoio do município têm relatado diversas dificuldades e situações de abandono. Segundo informações repassadas pelos próprios pacientes, os responsáveis pela administração da casa viajaram para Serrita, deixando-os sozinhos no local, sem a devida assistência.

Atualmente, há quatro pacientes hospedados aguardando liberação médica para retornarem a Serrita. Eles denunciam a ausência de condições básicas na casa: não há lençóis nas camas, os banheiros estão sujos, e não há sabão para lavar roupas. Além disso, qualquer atividade ou necessidade básica depende de autorização prévia dos funcionários, que não estão presentes. Reclamam que os pacientes que são oriundos dos sítios, precisam lavar as roupas e não tem condições de comprar material de limpeza, o pouco dinheiro que possuem, é para pagar transporte e comprar a mistura para complementar as refeições.
A alimentação, que deveria ser responsabilidade da administração, está sendo improvisada por um dos próprios pacientes, o que evidencia a falta de organização e apoio.
Outra reclamação importante diz respeito à segurança e logística: caso algum dos pacientes receba alta, não há orientações sobre como deixar as chaves da casa, gerando insegurança e incertezas quanto ao retorno.
Diante desses fatos, é urgente que a Prefeitura Municipal e a Secretaria de Saúde tomem providências imediatas para garantir dignidade, segurança e suporte aos pacientes que necessitam do TFD e utilizam a Casa de Apoio. O abandono relatado pelos pacientes é grave e inaceitável, especialmente para pessoas que já enfrentam uma rotina difícil por conta de seus tratamentos de saúde. Veja o vídeo abaixo 👇
Até a próxima,
Fátima Canejo

CARTA ABERTA À GOVERNADORA RAQUEL LYRA

 Excelentíssima Senhora Governadora Raquel Lyra,

Nós, representantes da cultura sertaneja, vaqueiros, fiéis, organizadores, artistas, agentes de turismo e cidadãos de Serrita e de todo o sertão nordestino, viemos por meio desta carta expressar nossa profunda preocupação e indignação com a recente decisão da Prefeitura Municipal de Serrita de alterar a data da tradicional Missa do Vaqueiro, antecipando-a para o terceiro domingo de julho.
A Missa do Vaqueiro é mais que um evento. Ela é patrimônio cultural e imaterial de Pernambuco, reconhecida pela Lei Estadual nº 13.636/2009, fruto do esforço de figuras históricas como Padre João Câncio, Luiz Gonzaga e Pedro Bandeira, que sonharam e construíram, com o povo sertanejo, uma celebração que honra a fé, a memória e a identidade do homem do campo.
É verdade que a missa teve origem no terceiro domingo de julho. No entanto, há décadas ela é realizada no quarto domingo do mês, por necessidade prática e consenso popular, pois o antigo período coincidia com outras festividades regionais, o que causava esvaziamento de público e prejuízo à economia local. A mudança, consolidada com o tempo, permitiu o crescimento da festa e transformou-a em um marco do calendário nordestino.
A recente decisão de dividir o evento em dois — criando a chamada “Festa de Jacó” e separando o momento religioso do profano — foi aprovada em projeto de lei por vereadores aliados da gestão atual, sem a devida escuta da população, das instituições culturais ou da Igreja. Com isso, estamos diante de dois eventos, duas datas, dois discursos — e um povo dividido.
Essa mudança já está causando prejuízos reais: cancelamento de viagens e pacotes turísticos, sobreposição com festas tradicionais de cidades vizinhas, queda na expectativa de público, desorganização para os artistas, vaqueiros e comerciantes que sempre se programaram com base na data tradicional. É um erro repetir um modelo que já havia sido superado pelo bom senso e pela prática popular.
Por isso, pedimos sua atenção, seu olhar sensível e seu posicionamento diante desse impasse. Como governadora de um estado rico em cultura e tradição, e como chefe do Executivo que reconheceu esta missa como patrimônio estadual, sua palavra é fundamental para proteger a integridade histórica da Missa do Vaqueiro de Serrita.
Solicitamos que o Governo do Estado:
– Reconheça publicamente a data tradicional da Missa do Vaqueiro como o quarto domingo de julho;
– Atue como mediador entre as partes envolvidas para garantir que as decisões futuras respeitem a escuta popular, a tradição e o legado cultural da celebração;
– Apoie institucionalmente a preservação da missa enquanto símbolo da fé e da identidade do povo sertanejo, tal como sempre foi vivida e mantida pelo povo.
Governadora, o sertão clama por respeito à sua história. A cultura popular não pode ser moldada por conveniências políticas momentâneas. A Missa do Vaqueiro é de todos — e é com todos que deve ser cuidada.
Atenciosamente,
Fátima Canejo
Serrita – PE, abril de 2025

MUDANÇA NA DATA DA MISSA DO VAQUEIRO PROVOCA REVOLTA EM SERRTA

 ATENÇÃO POVO DE SERRITA! A matéria abaixo publicada pelo Blog do Magno Martins é muito informativa e aborda pontos importantes para a compreensão dos serritenses. No final da matéria tem a CARTA ABERTA A GOVERNADORA RAQUEL LYRA que redigi em meu nome e dos serritenses que apoiam as nossas tradições. Leia e entenda.


MUDANÇA NA DATA DA MISSA DO VAQUEIRO PROVOCA REVOLTA EM SERRTA
Fonte: Blog Magno Martins
Um dos eventos mais emblemáticos do Sertão pernambucano, a Missa do Vaqueiro de Serrita, está no centro de uma polêmica que mobiliza moradores, representantes da cultura local e profissionais do turismo. A tradicional celebração religiosa, que acontece anualmente na quarta semana de julho, corre o risco de ter sua data modificada por decisão do prefeito Aleudo Benedito (MDB), que aprovou um projeto de lei que prevê uma celebração à parte intitulada “Festa do Jacó”.
A medida foi aprovada em uma sessão extraordinária na Câmara de Vereadores, logo após uma audiência pública. Segundo denúncias, a população não foi informada com antecedência suficiente sobre a audiência, e o debate contou apenas com a presença de representantes da Empetur, Fundarpe, do secretário de Cultura do município, vereadores e alguns curiosos. Nenhuma consulta pública, de fato, foi feita com a comunidade. O novo projeto do prefeito transforma o tradicional evento sertanejo em duas festas distintas, com datas diferentes. A 55ª Missa do Vaqueiro está marcada para o quarto domingo de julho, dia 27, e conta com o Padre Antônio Maria.
O anúncio da mudança foi feito por meio de um vídeo divulgado nas redes sociais, no qual Aleudo ignora os trâmites legais e o parecer do Ministério Público — o promotor de Justiça, Leon Klinsman Farias Ferreira, havia recomendado ao gestor que se abstivesse de sancionar o projeto, pois a proposta “caracteriza substituição simbólica indevida da manifestação cultural original, desrespeitando o patrimônio cultural protegido e ultrapassando a competência legislativa do Município, conforme disposto no artigo 24, inciso VII, e no artigo 215 da Constituição Federal”.
A população reagiu com indignação. “Não queremos que mudem a história de Serrita. A tradição é a Missa do Vaqueiro e ela deve permanecer como sempre foi, no quarto domingo de julho”, afirma Fátima Canejo, comunicadora e defensora da preservação do patrimônio público e da cultura de Serrita.
Uma tradição construída com fé e cultura
Criada em 1970 por Padre João Câncio, o cantor Luiz Gonzaga e o poeta Pedro Bandeira, a Missa do Vaqueiro nasceu como uma homenagem aos vaqueiros do Sertão. Com o passar dos anos, se transformou em um dos maiores eventos de religiosidade e cultura popular do Nordeste. Após a morte de seus criadores, a celebração foi assumida pela Empetur e, posteriormente, por Helena Câncio, viúva do ex-padre João, que propôs a transferência da festa para o quarto domingo de julho. O objetivo era evitar conflitos com outros eventos regionais e potencializar o fluxo de turistas.
A mudança, que já acontece há anos, nunca havia sido oficializada no calendário estadual, o que causou lacunas legais e permitiu manobras como a atual. Em 2009, o deputado Maviael Cavalcanti criou uma lei reconhecendo a Missa do Vaqueiro como Patrimônio Imaterial de Pernambuco. A sanção foi feita pelo então governador Eduardo Campos. Durante a gestão de Paulo Câmara, um termo de cessão entre o Governo do Estado e o município de Serita, garantindo a população de Serrita a preservação do parque onde ocorre a celebração.
Até o momento, a governadora Raquel Lyra (PSD) não se pronunciou sobre o caso. A população escreveu uma carta à governadora. Veja na íntegra:
Excelentíssima Senhora Governadora Raquel Lyra,
Nós, representantes da cultura sertaneja, vaqueiros, fiéis, organizadores, artistas, agentes de turismo e cidadãos de Serrita e de todo o sertão nordestino, viemos por meio desta carta expressar nossa profunda preocupação e indignação com a recente decisão da Prefeitura Municipal de Serrita de alterar a data da tradicional Missa do Vaqueiro, antecipando-a para o terceiro domingo de julho.
A Missa do Vaqueiro é mais que um evento. Ela é patrimônio cultural e imaterial de Pernambuco, reconhecida pela Lei Estadual nº 13.636/2009, fruto do esforço de figuras históricas como Padre João Câncio, Luiz Gonzaga e Pedro Bandeira, que sonharam e construíram, com o povo sertanejo, uma celebração que honra a fé, a memória e a identidade do homem do campo.
É verdade que a missa teve origem no terceiro domingo de julho. No entanto, há décadas ela é realizada no quarto domingo do mês, por necessidade prática e consenso popular, pois o antigo período coincidia com outras festividades regionais, o que causava esvaziamento de público e prejuízo à economia local. A mudança, consolidada com o tempo, permitiu o crescimento da festa e transformou-a em um marco do calendário nordestino.
A recente decisão de dividir o evento em dois — criando a chamada “Festa de Jacó” e separando o momento religioso do profano — foi aprovada em projeto de lei por vereadores aliados da gestão atual, sem a devida escuta da população, das instituições culturais ou da Igreja. Com isso, estamos diante de dois eventos, duas datas, dois discursos — e um povo dividido.
Essa mudança já está causando prejuízos reais: cancelamento de viagens e pacotes turísticos, sobreposição com festas tradicionais de cidades vizinhas, queda na expectativa de público, desorganização para os artistas, vaqueiros e comerciantes que sempre se programaram com base na data tradicional. É um erro repetir um modelo que já havia sido superado pelo bom senso e pela prática popular.
Por isso, pedimos sua atenção, seu olhar sensível e seu posicionamento diante desse impasse. Como governadora de um estado rico em cultura e tradição, e como chefe do Executivo que reconheceu esta missa como patrimônio estadual, sua palavra é fundamental para proteger a integridade histórica da Missa do Vaqueiro de Serrita.
Solicitamos que o Governo do Estado:
– Reconheça publicamente a data tradicional da Missa do Vaqueiro como o quarto domingo de julho;
– Atue como mediador entre as partes envolvidas para garantir que as decisões futuras respeitem a escuta popular, a tradição e o legado cultural da celebração;
– Apoie institucionalmente a preservação da missa enquanto símbolo da fé e da identidade do povo sertanejo, tal como sempre foi vivida e mantida pelo povo.
Governadora, o sertão clama por respeito à sua história. A cultura popular não pode ser moldada por conveniências políticas momentâneas. A Missa do Vaqueiro é de todos — e é com todos que deve ser cuidada.
Atenciosamente,
Fátima Canejo
Serrita – PE, abril de 2025

DEBOCHE, DESRESPEITO E INTERESSE PRÓPRIO : cantor JOSILDO SÁ e o prefeito ALEUDO BENEDITO afrontaram a tradição de Serrita

 É inaceitável o que está acontecendo em Serrita, o cantor Josildo Sá gravou um vídeo ao lado do prefeito da cidade, usando de deboche para perguntar se a tradicional Missa do Vaqueiro será no dia 20 ou no dia 27, além de desrespeitosa, foi direcionada à pessoa errada. A data oficial do evento acontece no 4º domingo de julho seguindo a tradição e quem organiza o evento é a Fundação Padre João Cancio e Diocese, e não pela gestão municipal. A Missa do Vaqueiro é muito mais que uma festividade — é um momento sagrado, carregado de significado cultural, religioso e histórico para o povo sertanejo é a mais sagrada celebração do vaqueiro nordestino não é um evento qualquer que se muda ao bel-prazer de um gestor que não tem a MÍNIMA RESPONSABILIDADE com as tradições da terra do vaqueiro. Usar um tom irônico para falar de um evento tão importante não apenas desvaloriza a celebração, como fere o sentimento de fé e respeito de uma comunidade inteira.

A Missa do Vaqueiro não é palanque político, muito menos palco para piadas infelizes. É um momento de fé, tradição e memória, organizado há décadas.
O cantor, o prefeito e sua equipe ao tentarem pressionar ou confundir o público com essa encenação, mostra o que realmente interessa, manipular a opinião pública, criando uma narrativa conveniente para si, ignorando completamente o respeito que o evento merece.
De forma leviana e irresponsável, o prefeito insiste em promover o dia 20 de julho, ignorando completamente a autoridade eclesiástica da Diocese e tentando impor um evento paralelo, esvaziado de fé, que parece mais uma “missa negra” — um ritual que nada tem a ver com a tradição cristã da Missa do Vaqueiro, e que será promovido com sua equipe e aliados políticos.
Este é um ataque direto à tradição, à fé e à memória do vaqueiro Raimundo Jacó. Tentam usar o nome da Missa do Vaqueiro como cortina de fumaça para autopromoção política e comercial, passando por cima da história de Serrita e da fé de seu povo.
🚫 não vamos aceitar que esse desrespeito continue.
🗓️ A verdadeira Missa do Vaqueiro será no dia 27 de julho, COM A PRESENÇA CONFIRMADA DO PADRE ANTONIO MARIA, como sempre foi celebrada por padres e vaqueiros, com espiritualidade, memória e devoção.
⚠️ O povo de Serrita e todos os que respeitam essa tradição têm o dever de se posicionar contra essa tentativa de distorção. A fé não se negocia. A cultura não se vende. A MISSA DO VAQUEIRO NÃO SERÁ PALCO PARA VAIDADES NEM FERRMENTA DE POLITICAGEM.
RESPEITEM A MISSA DO VAQUEIRO. RESPEITEM SERRITA. RESPEITEM O POVO DO SERTÃO.
Fora Aleudo Benedito, sua equipe e o cantor Josildo Sá
Veja o vídeo do prefeito e analise bem a postura dos personagens, principalmente a do cantor Josildo.