sábado, 11 de maio de 2013

BANDEIRA DE SERRITA



BANDEIRA DE SERRITA

Foi criada na gestão do Prefeito Hildeberto Sampaio Angelim – 1968/1971
A COR BRANCA representa a PAZ
AZUL representa a céu do sertão com o Sol sempre brilhante e quente.
O MANDACARU representa a resistência do homem sertanejo à seca
A COR MARRON representa a terra.

Confecção: A primeira bandeira foi confeccionada em tecido de cetim e pintada à mão por Ângela Dalle Canejo esposa de Ronald Sampaio Canejo em 1970, que nesta época residia em Serrita e era o médico da cidade. A bandeira foi feita a pedido do seu compadre e prefeito Hildinho. Ângela é madrinha de Isabel sua única filha.

Curiosidade:
No comércio local não havia as tintas para a confecção da bandeira,o que levou Ângela a se deslocar para Recife a fim de comprar os materiais necessários à confecção da bandeira.
Arquivo: Fátima Canejo.

PROJETO "VELHO AMIGO"


PROJETO VELHO AMIGO tem a missão de contribuir para a cultura da inclusão do idoso,assegurando seus difeitos e valorizando a sua participação na sociedade.
 
Brasil não está preparado para envelhecimento da população
 
Brasil deverá chegar a 2050 com cerca de 15 milhões de idosos, dos quais 13,5 milhões com mais de 80 anos. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2025, o país será o sexto do mundo com o maior número de idosos. Apesar da criação de políticas voltadas para essa camada da população, como o Estatuto do Idoso, instituído em 2003, a velocidade do envelhecimento tem superado a implementação de ações para oferecer melhores condições de vida à terceira idade.

“O processo é muito rápido, e as políticas públicas não têm acompanhado isso. Viver em uma sociedade com muito mais idosos do que crianças requer um planejamento intenso”, diz o médico geriatra Luiz Roberto Ramos, da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Com o envelhecimento populacional, o Brasil terá redução do número de jovens na força produtiva ativa, assinalou Ramos. “Vai aumentar o número de pessoas que terão dependência social dessa produção. Isso tem de ser planejado. O país está correndo contra o tempo.” Hoje, segundo a OMS, o Brasil tem 21 milhões de pessoas com mais de 65 anos.

O envelhecimento da população tem reflexo direto no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Somente as doenças crônicas não transmissíveis, que afetam principalmente idosos, provocam impacto anual de 1% no PIB, segundo estimativa da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). De acordo com a Comissão para Estudo do Envelhecimento Mundial, anualmente são gastos cerca de R$ 60 bilhões com doenças da típicas da terceira idade no Brasil.

De acordo com Ramos, os problemas decorrentes da terceira idade começam a aparecer com mais intensidade depois dos 70 anos. Até lá, em torno de 80% das pessoas não têm nenhuma atividade de vida diária comprometida pela velhice. No entanto, a partir dos 80 anos, a grande maioria passa a conviver com enfermidades

Fonte: http://www.correiodoestado.com.br/noticias/brasil-nao-esta-preparado-para-envelhecimento-da-populacao_126902/
 
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sexta-feira, 10 de maio de 2013

PREFEITURA DE SERRITA

DECADÊNCIA DE UM PATRIMÔNIO PÚBLICO.

O Prédio da Prefeitura de Serrita foi construído na década de 30/40 pelo Coronel Chico Romão, passando por diversas alterações na sua estrutura e fachada, conforme a vontade de cada gestor que não respeitou o patrimônio público arquitetônico, histórico e cultural do povo.

Este prédio manteve-se intacto até 1968.
Infelizmente esta é a visão errada e distorcida dos prefeitos que não preservaram a história.

Cada gestor cria uma logomarca e uma cor de acordo com sua legenda partidária, querendo deixar sua marca, como se o patrimônio público, fosse uma propriedade particular.

Comparo esta atitude desrespeitosa, como o ato de ferrar,marcar o gado com as iniciais do seu dono. É triste e lamentável!


Em dezembro passado o prédio da prefeitura desabou em consequência de reformas mal feitas na estrutura de madeira. Não foi cupim,como dizem e sim serviço mal feito. Já se passaram 5 meses e nada foi providenciado pelo prefeito Carlos Cecílio/PSD.

Fátima Canejo.

TRANSPORTE UTILIZADO EM SERRITA NAS DÉCADAS DE 60 E 70

MISTO DO SEU LÉO, assim era conhecido este meio de transporte que fazia a linha Serrita/Salgueiro, principalmente aos sábados, dia da feira de Salgueiro.

O ponto de saída com destino a Salgueiro era na rua do comércio onde Seu Léo residia com sua família e o ponto de saída para Serrita era na famosa Bomba de Salgueiro.

O CAMINHÃO MISTO era de propriedade do Senhor Aluísio da França Sampaio mais conhecido como Seu Léo.


Foto do futuro Museu de Serrita doada por Maria Idalina Sampaio

quinta-feira, 2 de maio de 2013

“INDÚSTRIA DA SECA” NO NORDESTE É UM ÓTIMO NEGÓCIO PARA OS PREFEITOS MUNICIPAIS PRINCIPALMENTE EM ANO ELEITORAL







PREFEITURAS TERÃO ANISTIA DE DÍVIDAS E AINDA RECEBERÃO MUITOS RECURSOS. E O POBRE?

Os problemas sociais existem em todo o Nordeste, mas a culpa pela miséria da região sempre recaiu sobre o fenômeno das secas. De fato, elas muitas vezes inviabilizam as atividades econômicas no sertão, dizimando o gado e fazendo com que os sertanejos deixem suas terras em busca de melhores condições de vida. Mas a seca não é a única responsável por toda a situação. Questões como a distribuição de renda e de terras costuma ser deixadas de lado nas discussões. Durante anos, grupos políticos e econômicos aproveitaram-se do flagelo da região em benefício próprio. Divulgando situações de calamidade pública, essa elite vem conseguindo importantes ajudas governamentais, como anistia das dívidas, verba de emergência e renegociação de empréstimos. Tais auxílios nem sempre beneficiam a população afetada pela estiagem. Muitas vezes, o dinheiro público é usado para a construção de açudes e para o desenvolvimento de projetos de irrigação que trazem benefícios apenas para os próprios dirigentes. Tudo isso caracteriza a chamada “indústria da seca”, ou seja, uma série de medidas que eternizam o problema para impedir que o auxílio desapareça.
Trata-se de um fenômeno político segundo o qual, latifundiários nordestinos e seus aliados políticos nas diversas esferas de governo utilizam a seca para angariar recursos públicos a pretexto de combatê-la. Tais recursos são aplicados em benfeitorias em suas propriedades particulares, como por exemplo, a utilização de “frentes de trabalho”, pagas pelo governo, para construir açudes em suas terras. Não raro, os recursos são desviados para finalidades distintas das atividades agropecuárias ou combate à seca. Finalmente, o mesmo argumento da seca é utilizado para não pagarem as dívidas contraídas. Desta forma, os recursos governamentais destinados ao combate à seca não atingem a população que é mais castigada, beneficiando às elites locais. Como conseqüência, políticas mais eficazes são proteladas, uma vez que é do interesse dos latifundiários a eternização do problema.
Junto a isto, está o voto de cabresto, no qual as mercadorias vindas em prol da seca são desviadas e usadas pelos “industriais da seca”, para comprar votos dando-as aos latifundiários, fazendo com que eles peçam aos seus trabalhadores que votem no político o qual lhe deu a mercadoria. Algumas soluções para à seca foram formuladas, entretanto, têm-se interesse na continuidade do problema, para que a população continue apoiando os políticos através da venda de votos.
Essa “indústria” aumentou ainda mais as disparidades entre proprietários e trabalhadores rurais.



Fonte: blog do professor Escolástico Paulino

TRANSPORTE ESCOLAR DE SERRITA FAZ DESLOCAMENTO INDEVIDO

Com o programa Caminho da Escola, o Ministério da Educação garante aos estados e municípios os recursos necessários para implantar soluções de transporte escolar para alunos da educação básica, nas zonas rurais e urbanas do país. Esse transporte oferece segurança, conforto e dignidade para os alunos da zona rural e não podem ser utilizados para outros fins. Já em Serrita, o prefeito Carlos Cecílio/PSD não cumpre essa determinação do Ministério da Educação e permite que o ônibus faça transporte de jovens para jogar pelada em outro município, conforme foto abaixo tirada em Morelândia, por ocasião de um campeonato de futebol.

O deslocamento de passageiros no ônibus escolar, em casos de saúde, passeios turísticos, eventos religiosos, como também, estudantes do ensino superior para outras cidades não é permitido e passível de denúncia.

Quanto aos estudantes universitários de Serrita, devem buscar soluções para o transporte junto a Prefeitura fazendo mobilização e cobrando seus direitos. Verba para isso existe. Onde estão os vereadores de Serrita?





quarta-feira, 1 de maio de 2013

MORRE ZITO BARBOSA LOCUTOR DA MISSA DO VAQUEIRO/SERRITA




Zito Barbosa escritor, compositor e locutor de vaquejada, nasceu em 1953 no Sítio Mandurí, zona rural de Santa Maria do Cambucá e adotou Surubim como sua terra natal, faleceu na tarde de hoje 1° de maio ás 13:30hs., no Hospital Municipal de Surubim aos 60 anos de câncer.


Em 1979 começou a carreira como locutor de vaquejada e era considerado o Galvão Bueno das arenas das vaquejadas do Brasil. Amante do forró, da toada e das músicas de morão.  Muito se orgulhava da entrevista concedida ao famoso Jô Soares, quando ainda o programa era do SBT,(Jô Soares Onze e Meia/1998) juntamente com Ronaldo Aboiador e o cantor Alcimar Monteiro por indicação da amiga Fátima Canejo.

Escreveu vários livros de poesia entre eles, Versos e Prosas, Vaqueiros e Vaquejadas, onde conta um pouco de sua história. 

Desde a década de 80, era o locutor oficial da Missa do Vaqueiro em Serrita. 

Como compositor, teve canções gravadas por cantores como Alycmar Monteiro e Cláudio Rios.

Foi homenageado pela dupla Sirano e Sirino na música Boi Carrapeta.

Zito também foi locutor da Rádio Surubim AM. Um dos últimos trabalhos realizados no rádio pelo artista, foi em dezembro de 2012 na Integração FM, quando apresentou durante uma semana, “Especial Asa Branca”, saudade de um Rei, em homenagem aos 100 anos de Luiz Gonzaga.

O local do velório e o horário do sepultamento ainda não foram divulgados pela família.

Fonte: