terça-feira, 19 de novembro de 2013

DILMA É MAIS FORTE ENTRE OS MAIS POBRES




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O perfil médio do eleitor da presidente Dilma Rousseff é o de baixa renda (que ganha entre um e dois salários mínimos), com escolaridade até a quarta série, mora na região Nordeste (onde ela obtém o maior índice de intenção de votos, 58%) e vive em cidades com até 20 mil habitantes (onde ela obtém 53% de intenção de votos). Isso é o que mostra pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (18) e que foi aplicada antes da prisão dos condenados na Ação Penal 470, o chamado mensalão.

Dilma tem melhor desempenho entre homens (44%) do que entre as mulheres (39%). Segundo a pesquisa, 56% estão pouco ou nada interessados nas eleições do ano que vem – na região no Nordeste, o interesse pela disputa é maior.

Um dos dados mais importantes da pesquisa é o que mostra que 62% gostariam de mudanças no governo: 24% gostariam que houvesse mudança total no governo e 38% gostariam que alguns programas fossem mantidos e mais mudanças. Apenas 12% gostariam de um novo governo de continuidade.

O melhor cenário para a presidente Dilma é o mais provável – contra Aécio Neves e Eduardo Campos. Ela venceria no primeiro turno com 43% das intenções de votos contra 14% para Aécio e 7% para Eduardo Campos. E também venceria nas simulações de segundo turno.

A aprovação de Dilma entre os mais pobres e menos escolarizados mostra a importância dos programas de transferência de renda e outros programas como o Minha Casa Melhor, que é o de financiamento de móveis e eletrodomésticos para os beneficiários do Minha Casa, Minha Vida. É neste contingente que Dilma apresenta o melhor desempenho, segundo a pesquisa Ibope.

A avaliação do governo segue a mesma trajetória: o governo obtém melhor avaliação no Nordeste e entre os de menor renda e escolaridade. Segundo a pesquisa, 55% aprovam o governo e 39% desaprovam. Mas, entre os que tem apenas o ensino fundamental, o governo Dilma é aprovado por 64%; também para os que tem mais de 55 anos de idade e menor para os jovens de 16 a 24 anos, contingente em que a aprovação do governo fica em 52% e 43% para os que tem ensino superior.
Cristiana Lobo - O Globo
Escrito por Magno Martins,

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